O Inea, Instituto Estadual do Ambiente, e a Prefeitura do Rio de Janeiro constataram que o estado tem cerca de 98 lixões irregulares funcionando e mais 12 inativos. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), essa é uma das consequências da falta de destino para mais de 60 mil toneladas de lixo no Brasil.
Estima-se que os 98 lixões apurados fazem parte de um conjunto de aterros que ainda funcionam clandestinamente no Rio de Janeiro. A meta da prefeitura é eliminar todos eles até os Jogos Olímpicos de 2016. Para isso, é preciso realizar um planejamento municipal de gestão para resíduos sólidos, coleta seletiva e reciclagem.
Entretanto, o Brasil enfrenta o problema da falta de investimento em ações concretas para avançar no tratamento do lixo. Esse cenário acaba contribuindo para as inundações e para a proliferação de doenças nos centros urbanos do país.
Fonte: O Globo e Ambiente Brasil