
O Centro Vocacional Tecnológico de Itaboraí forma técnicos na área de construção civil
Foto: Cris Isidoro/ Banco de Imagens Petrobras
Em Itaboraí, os participantes da Agenda 21 manifestaram preocupação quanto à falta de uma Secretaria de Ciência e Tecnologia e de instituições que estimulem a pesquisa científi ca no município. Estas deficiências levam ao desconhecimento sobre o tema.
Os participantes apontaram ainda a inexistência de um Centro de Convenções como um agravante e informaram que há disponibilidade de áreas públicas para a construção de um espaço para a realização de eventos.
Uma das conquistas desta área foi a criação do Itadados pela Secretaria de Planejamento Municipal, para compilação de dados pesquisados, com o objetivo de apresentar informações do município. O Itadados pode disponibilizar informações socioeconômicas, ambientais, culturais etc.
No entanto, o grupo teme que a falta de um mecanismo para viabilizar a continuidade de políticas, independentemente da troca dos gestores, venha a prejudicar a geração, utilização e disseminação dos dados produzidos pelo Itadados.
Os participantes se queixam também da falta de informações adequadas para o gerenciamento dos assuntos ligados ao desenvolvimento sustentável que possam auxiliar os gestores públicos na tomada de decisões.
Entre os estudos desenvolvidos no município, há programas de cooperação técnica entre universidades e centros de pesquisas visando à qualificação dos funcionários municipais. Também foi mencionada a existência de algumas pesquisas científicas realizadas por instituições como o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro (Emater).
No entanto, o município não tem acesso aos resultados das pesquisas realizadas pelas universidades ou institutos de pesquisa, que não democratizam os dados pesquisados.
Faltam comunicação e divulgação dos projetos científicos sobre o meio ambiente, bem como instituições que acompanhem as inovações tecnológicas das áreas do meio ambiente e da urbanização no município. Faltam ainda programas de transferência de tecnologias ambientalmente saudáveis.
A falta de divulgação sobre manejo ambientalmente saudável da biotecnologia e de um programa integrado de sustentabilidade ambiental local prejudica o aproveitamento de potencialidades do município, como os grupos de produtores rurais.
O grupo citou especificamente a falta de um centro de pesquisa de biotecnologia que capacite a população sobre o tema e o desconhecimento dos efeitos negativos da manipulação genética.
Emater . Embrapa . Empresas associadas ao Comperj . Escolas . Fiocruz . Fundação BioRio . IBGE . Itadados . Ministérios (Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente) . Sebrae . Secretarias Estaduais (Ciência e Tecnologia, Educação, Ambiente) . Secretarias Municipais (Governo, Educação e Cultura, Meio Ambiente) . Universidades . Veículos de comunicação local.
CNPq . Embrapa . Empresas associadas ao Comperj . Faperj . Finep . FNMA . LDO . LOA . Pibic.