Conceito ainda em discussão, a definição mais aceita de desenvolvimento sustentável é a de que este é o que leva em conta o desafio de satisfazer as necessidades da geração atual sem comprometer as oportunidades das gerações futuras. Basicamente, propõe uma mudança de hábitos que promova comportamentos ecologicamente corretos, economicamente viáveis, socialmente justos e culturalmente aceitos.
Um dos principais resultados da a Eco-92 - a mais importante reunião para discutir mecanismos para a promoção de um modelo sustentável de desenvolvimento já realizada - foi o documento Agenda 21. Na mesma época, a palavra “sustentabilidade” passou a ser difundida, divulgando a ideia de que é possível construir sociedades que encontrem mecanismos capazes de equilibrar os aspectos social, econômico e ambiental.
Um dos marcos da preservação ambiental no planeta data do século passado, mais precisamente de 1962. Naquele ano, a bióloga e escritora norte-americana Rachel Carson lançou o livro “Primavera Silenciosa”, no qual retratava os impactos ambientais causados por pesticidas sintéticos na agricultura. Ainda tímido, o movimento conservacionista viu, dez anos depois, as Nações Unidas organizarem a sua primeira Conferência sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, na Suécia.
As bases teóricas desta nova tendência começaram a ser consolidadas em 1983, quando a ONU montou em sua estrutura interna a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Presidida pela então primeira-ministra da Noeruega, Gro Harlem Brundtland, em 1989, a equipe publicou o relatório “Nosso Futuro Comum” no qual aparecia o termo “Desenvolvimento Sustentável”.
Veja mais informações sobre a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (em inglês).